quarta-feira, 9 de abril de 2014

O deputado e militante gay Jean Wyllys apresenta projeto que legaliza a maconha e ainda perdoa os traficantes da droga





Não satisfeito em propor descriminalizar o uso da maconha, o deputado das minorias intransigentes e desvairadas pretende oferecer perdão aos traficantes de drogas. O deputado justifica a anistia aos traficantes como forma de diminuir a população carcerária com mais de 100 mil presos por tráfico.



O projeto legalizando o consumo de maconha, apresentado no dia 19/03 pelo deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), também perdoa os traficantes da droga. Pela proposta, presos condenados pelo comércio de outras drogas, como cocaína e crack não seriam beneficiados.

O projeto PL 7270/14 oferece anistia para as condenações anteriores à aprovação da lei. Além de ser impossível saber com exatidão quantas pessoas poderão se beneficiar do projeto caso ele seja aprovado -temos no Brasil 131 mil pessoas presas por tráfico- a lei não faz distinção entre tipo de droga para a aplicação das penas, o que é só um pequeno resvalo de realidade aplicada a uma eventual aplicação da nova lei proposta por Wyllys na revisão de sentenças.

Em um país com o nosso judiciário que não faz valer nem a soltura de gente que já cumpriu a sua pena, mas é célere e não mede recursos para julgar corruptos em elevados cargos públicos, a proposta do deputado do PSOL é completamente idiota, mesmo se avaliada por quem defende a legalização da maconha.

Segundo o Dep. BBB LGBT do PSOL, se a venda for legalizada, não faz sentido a pessoa continuar presa. "A gente precisa ser uma sociedade solidária", disse o abolicionista de traficantes. Nós temos a quarta maior população carcerária do mundo, sugerindo que a solução para a igualdade social e o fim da violência é soltar os bandidos nas ruas. Oi?

O Sr. Jean Wyllys ainda mantém a mente de quem vive confinado em um reality show de horrores, onde a maioria da população acredita em um conceito deturpado de gênero, não tem compreensão e/ou apreço pelo conceito de família e parece estar sob uma égide moral mais caída do que o resto da humanidade (e mais Satanás de frente!). Felizmente, o Brasil ainda não é assim. Segundo pesquisas recentes (Expertise) 81% dos brasileiros são contra a legalização da maconha e 19%, favoráveis. Números semelhantes foram oferecidos por estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em 2013, no qual,  75% da amostra  declarou ser contrária à liberação da droga. 

Resta a questão da preocupação com as péssimas condições dos presídios brasileiros e a sua superlotação. A maioria concorda que em tais lugares não se pratica justiça e nem se promove reabilitação. A especialidade do Sistema Judiciário Brasileiro, quando se trata de pobres, é a vingança. E a doce vingança de ontem cobra o seu preço amargo amanhã quando as câmaras de tortura estatais se transformam em fábricas de monstruosidades que irão nos assombrar. As coisas são assim há séculos e político nenhum conseguiu fazer nada a respeito.

Agora, parece que será diferente. Há vontade política entre os partidos de esquerda depois que alguns camaradas passaram a hóspedes do sistema. Resta saber se tal preocupação continuará em pauta depois do relaxamento da prisão e das penas dos ilustres companheiros. Há quem sugira outra solução para o incremento e melhoria das condições dos presos: colocar barras de ferro no Congresso Nacional. Após o salvo-conduto de uma minoria, basta enviar os outros colegas de menor periculosidade, tais como: ladrões de banco, assassinos de velhinhas e a maioria dos policiais militares do Rio de Janeiro.






  

terça-feira, 1 de abril de 2014

Missionária conta como foi a tarde no motel com o diabo.

Via Genizah

Clique para ler.

Estive face a face com o Diabo dentro de um motel. Tudo começou quando eu fui para um shopping em Belo Horizonte. Eu estacionei o carro e veio aquele homem de terno e gravata. Mas eu não conseguia ver o rosto dele. Ele se aproximou e me disse que eu era uma loira muito bonita. Respondi, seca, 'obrigado'. E me convidou: ‘Você quer sair comigo?’ Eu disse que o meu cachê era alto (não revelou o valor) e ele disse que me pagava. Então, entrei no carro dele. Mas eu não conseguia olhar para o seu rosto, enquanto seguíamos para um motel, que na época só tinha uma entrada que também servia de saída dos veículos. Ele escolheu a suíte. Nós entramos e eu fui para o banheiro. Enquanto eu tomava banho, ouvi uma explosão. Me enrolei na toalha, saí do banheiro e a suíte estava cheia de fumaça preta. E aquele mau cheiro de podre, terrível. Tapei meu nariz e percorri o quarto perguntando: ‘Cadê você? Cadê você?’. Eu já quase me sufocando com aquela fumaça, liguei para a portaria, perguntando se o homem que estava comigo havia saído, e me disseram que não. Então, eu disse que estava acontecendo alguma coisa e o gerente, acompanhado de duas funcionárias, foi até o quarto. Quando eu abri a porta, eles também sentiram o mau cheiro, quase se sufocaram e constataram que o carro não estava na garagem. Uma das funcionárias, que era desviada da Assembleia de Deus, mandou que eu sentasse e me disse: ‘Olha, você ia ter um pacto de sangue com o próprio demônio. Mas Deus fez com que ele explodisse aqui dentro'. Comecei a chorar e não sabia mais o que falar.”

Missionária Neuzilene


O diabo pega, mas não se apega!

O diabo anda com a bola toda nos templos neopentecostais... Só que agora se deu mal e explodiu no banheiro do motel! Coitado de quem limpou a bagaça! 

A indústria do testemunho cabuloso nas igrejas evangélicas é um circo de horrores!

Agora, cá pra nós... Ela está mostrando orgulhosamente a "bíblia da mulher" . Pergunto: A "briba" dos mentirosos estava em falta?

E sabe do pior: o diabo nem pagou o motel! Vazou, o pé redondo, risos. Ah! Se ela te pega!


Comentários em destaque

Joe Troll ‎ no Facebook: "ele se aproximou e disse que eu era bonita". Esse Diabo é realmente o pai da mentira.



Dica do @hbariani

sábado, 22 de março de 2014

Campanha pelo fim dos artistas "gospels" e do mercado gospel

O cantor Rodolfo Abrantes (Ex-Raimundos) ministrou no último fim de semana na igreja Batista da Lagoinha.
Uma mensagem impactante e transformadora, Rodolfo chocou a todos presentes ao propor um ato profético em prol do fim das "estrelas Gospel, dos "Artistas Gospel" e da "Idolatria Gospel".

Tudo seria normal se não fosse a igreja Batista da Lagoinha o maior reduto de adoradores do Diante do Trono e da família Valadão.  


Rodolfo Abrantes teria falado sobre idolatria gospel, propositalmente?
 Assista o vídeo e comente:

segunda-feira, 10 de março de 2014

A heterofobia da mídia: Atriz global Claudia Jimenez deixa lesbianismo e sofre com a patrulha anti-moral


NOVAGUIA

Quando a cantora Daniela Mercury publicou em uma rede social foto com outra mulher dizendo que esta era sua marida, a repercussão na opinião pública foi imediata. A ex-estrela do Axé percorreu todos os programas, pôs tom político no discurso e se declarou lésbica, mesmo já tendo vários relacionamentos héteros e filhos. Junto com o par homossexual chegou a escrever um livro falando sobre o romance. Daniela Mercury foi ovacionada como heroína, aclamada pela militância LGBT como referência de luta pela bandeira.

Tratamento diferente – bem diferente, diga-se de passagem – foi dado à atriz Cláudia Jimenez quando terminou o relacionamento de 10 anos com a sua personal Trainner e sócia,Stella Torreão,em 2008. “Não tinha sensualidade, era muito mais gorda do que sou hoje. Não tinha forma nem vaidade. Achava que não tinha cacife para seduzir um homem. Como tinha de ser amada, me joguei nas mulheres”, declarou a atriz numa entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

As declarações da atriz, que não associa homossexualidade a algo inato à pessoa e sim como comportamento que pode ser superado, deixou a militância LGBT do país em polvorosa. O site Parada Lésbica classificou a atitude de Claudia como um “desserviço homofóbico” e ainda chamou a atriz de “medíocre”.

Quando gay, Jimenes era maps festejada na imprensa 

Em outra oportunidade, Claudia revelou trauma sofrido na infância que a fez se afastar dos homens, um abuso que sofrera aos 7 anos. “Sofri abuso quando era menina e morava na Tijuca. Um senhor me bolinava. Ele comprava muitos chocolates e me convidava para entrar na casa dele. [Quando revelei essa história aos 18 anos] foi um choque para todo mundo. O fato de esse cara ter feito isso comigo atrasou muito o meu lado. Graças a Deus, ele já morreu” contou ao UOL.

Claudia com o namorado


Depois do convívio de 10 anos com Stela, Claudia passou a se relacionar com homens. Os veículos de comunicação que publicaram matéria sobre o assunto foram contidos, não fizeram alardes e não manchetearam a decisão da atriz de deixar o lesbianismo, justamente o contrário do que fizeram com a cantora Daniela Mercury.

Claudia deixou nas entrelinhas que sua opção pelo lesbianismo se deveu a diversos fatores externos como trauma de infância, rejeição e carência afetiva. Hanna Korich, uma das sócias fundadoras da Editora Malagueta, editora dedicada à literatura lésbica, também alfinetou Claudia rotulando as declarações da comediante de “homofobia internalizada”.

Patrulha LGBT


A militância LGBT na busca pela liberdade acaba oprimindo muitas das pessoas com comportamento homossexual. A tolerância se torna intolerância. A cantora Adriana Calcanhoto desabafou à revista Época sobre a ação da patrulha LGBT, logo quando Daniela Mercury se assumiu lésbica: “Se Daniela ficou feliz de falar e, se falando, ajudou a causa, eu acho válido. Só não gosto da patrulha para que você precise sair do armário, isso segmenta. Eu não gosto de expor minha vida privada por temperamento”.

Quando Daniela Mercury saiu do armário foi uma comoção, já a correção de Jimenez foi recebida com frieza


Walcyr Carrasco também criticou a atuação dos militantes dos movimentos pró-homossexualismo. “Recentemente, declarei que sou bissexual. Fui apedrejado por homossexuais, segundo os quais deveria ter me declarado gay. Respondi: tive relacionamentos com várias mulheres na minha vida, a quem amei. Seria um desrespeito a elas dizer que tudo foi uma mentira”, escreveu em artigo que assina para a Revista Época.