sábado, 10 de maio de 2014

10 FATOS RELEVANTES SOBRE O “FALAR EM LÍNGUAS ESTRANHAS”


1 - Não é um idioma humano que exista ou que tenha existido anteriormente. É uma linguagem incompreensível.
Em 1 Coríntios 14:2 está escrito: “Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos
homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios”.

2 – Edifica somente a pessoa que “ora em línguas estranhas” e não a igreja como um todo.
Em 1 Coríntios 14:4 está escrito: “O que fala em língua desconhecida edifica-se a si
mesmo...”

3 – Podemos buscar interpretação por meio da oração e assim, edificar toda a igreja.
Em 1 Coríntios 14:13 está escrito: “Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para
que a possa interpretar”.
Em 1 Coríntios 14:27 está escrito: “E, se alguém falar em língua desconhecida, faça-se isso 
por dois, ou quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete”.

 4 – Não deve ser proibido na igreja.
Em 1 Coríntios 14: 39 está escrito: “Portanto, irmãos, procurai com zelo, profetizar, e não
proibais falar línguas”.

5 – É um “sinal” para os incrédulos (infiéis).
Em 1 Coríntios 14:22 está escrito: “De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis,
mas para os infiéis...”

6 – Não é a única evidência do “Batismo no Espírito Santo”.
Uma pessoa pode ser batizada no Espírito Santo e não falar em línguas estranhas, pois, a
maior (e mais significativa) evidência do batismo no Espírito Santo não é o “falar em línguas
estranhas”, mas sim, a intrepidez na pregação do Evangelho, como podemos ver em Atos
1:8, que diz: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis
testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da
terra”.

7 – “Falar em línguas estranhas” não é o “dom de variedade de línguas”.
Falar em línguas estranhas constitui falar palavras ininteligíveis (que não se consegue
entender) dentro do contexto humano. Já o dom da variedade de línguas consiste na
capacidade sobrenatural de falar em um idioma humano estrangeiro que não era
previamente conhecido ou estudado pelo locutor. É uma língua idiomática utilizada quando
Deus quer usar alguém para falar a outrem cuja língua é diferente, como podemos ver em
Atos 2:7-11, que diz: “E todos pasmavam e se admiravam, dizendo uns aos outros: Pois
quê! Não são galileus todos esses que estão falando? Como é, pois, que os ouvimos falar
cada um na própria língua em que nascemos? Nós, partos, medos, e elamitas; e os que
habitamos a Mesopotâmia, a Judéia e a Capadócia, o Ponto e a Ásia, a Frígia e a Panfília, o
Egito e as partes da Líbia próximas a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como
prosélitos, cretenses e árabes – ouví-mo-los em nossas línguas, falar das grandezas de
Deus”.

8 – “Falar em línguas estranhas” não é a mera repetição de palavras que podem ser 
memorizadas e reproduzidas verbalmente. 
Há pessoas que não foram batizadas no Espírito Santo, que acabam memorizando e 
repetindo palavras (ininteligíveis) ditas por pessoas batizadas no Espírito e que “falam em 
línguas estranhas”... A mera repetição de tais palavras não constitui o “falar em línguas”. 
Neste caso, temos uma imitação e não uma ação sobrenatural do Espírito Santo sobre a vida 
do cristão. 

9 – Quem fala em línguas estranhas não pode se considerar mais espiritual que os demais
que não passaram pela mesma experiência.

Alguns pentecostais acham que por não falar em línguas não chegaram ao nível de cristão
em toda a sua plenitude. Isto não é verdade.
- Alguém que fala em línguas estranhas não pode se considerar mais espiritual que a pessoa
que foi batizada no Espírito Santo, mas que não fala em línguas estranhas;
- Aquele que não fala em línguas estranhas não deve se considerar menos espiritual por isso.
Deus age com propósitos e Ele sabe por que algumas pessoas falam em línguas estranhas e
outras não. Deus é Soberano e Ele opera como bem quiser. Nunca se esqueçam disso.

10 – Glossolalia religiosa e Xenoglossia são coisas distintas.
Glossolalia religiosa: não é a mesma coisa que “falar em outras línguas” (Atos 2:4), mas
consiste em proferir sons ininteligíveis, que não correspondem a nenhuma língua conhecida
(dentro do contexto humano).
Xenoglossia: oração em língua desconhecida de quem ora, mas que existe ou já existiu e é
do domínio humano. Trata-se de uma linguagem humana.


Fontes utilizadas:
1 – Link: http://www.slideshare.net/semitec2012/dom-de-linguas?from_search=1
2 – Link: http://fabio-ferreira.blogspot.com.br/2011/07/pentecostalismo-orar-em-linguas-e.html
3 – Link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Glossolalia_religiosa
4 – Link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Xenoglossia
5 – Bíblia Sagrada.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Assembleia de Deus compra helicóptero vip usado pelo governador Geraldo Alckimin por R$ 1,9 milhão, diz jornal

Assembleia de Deus compra helicóptero vip usado pelo governador Geraldo Alckimin por R$ 1,9 milhão, diz jornal
Uma famosa congregação da Assembleia de Deus comprou um helicóptero vip Sikorsky modelo S-76 usado do governo do estado de São Paulo por R$ 1,9 milhão, numa licitação realizada na última terça-feira, 06 de maio.
Segundo a Veja, o Sikorsky S-76, de prefixo PP-EPF, possui suporte para bebidas, bancos de couro marrom e capacidade para seis passageiros, fora dois tripulantes. A Assembléia de Deus em São Caetano do Sul pagará em dólares pela aeronave, no total US$850 mil.
A informação, revelada pelo Painel do jornal Folha de S. Paulo, diz ainda que a intenção do governo era vender a aeronave por R$ 2,3 milhões. No entanto, essa era a quarta tentativa de venda do helicóptero, e o lance vencedor ofereceu o valor mínimo estipulado.
A Assembléia de Deus de São Caetano do Sul é liderada pelo pastor Marcos Roberto Dias e está filiada ao Ministério de Madureira.
O helicóptero foi posto à venda pelo governador depois dos protestos de junho, que protestavam contra o aumento do valor das passagens do transporte público. À época, Alckmin afirmou que se desfaria da aeronave como forma de compensar os gastos que seriam necessários para manter o preço das passagens do Metrô congelados.
Veja as fotos:

terça-feira, 29 de abril de 2014

Baixe gratuitamente o e-book “Nascido Escravo” de Martinho Lutero

NascidoEscravo700x300
Baixe o livro “Nascido Escravo” no formato PDF. Boa leitura!

Prefácio – A Questão

A questão é: Possui o homem algo chamado “livre-arbítrio”? Pode um ser humano, voluntariamente e sem qualquer ajuda, voltar-se para Cristo a fim de ser salvo de seus pecados? Erasmo respondia com um “Sim!”. Lutero, com um ressoante “Não!” Lutero estava convencido de que o conceito do “livre-arbítrio” fere no âmago a doutrina bíblica da salvação exclusivamente pela graça. Precisamos ter a mesma convicção. Devemos combater o “livre-arbítrio” tão vigorosamente quanto o fazia Lutero. Erasmo, o seu opositor, dizia: “Posso conceber o “livre-arbítrio” como um poder da vontade humana, mediante o qual um homem pode aplicar-se àquelas coisas que conduzem à eterna salvação, ou pode afastar-se delas”. A isso devemos replicar com um resoluto “Não! O homem já nasce escravo do pecado!” O homem não é livre.

Argumento 1

A culpa universal da humanidade prova que o “livre-arbítrio” é falso.

NascidoEscravo

Em Romanos 1.18, Paulo ensina que todos os homens, sem qualquer exceção, merecem ser castigados por Deus. “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça”. Se todos os homens possuem “livre-arbítrio”, ao mesmo tempo em que todos, sem qualquer exceção, estão debaixo da ira de Deus, segue-se daí que o “livre-arbítrio” os está conduzindo a uma única direção — da “impiedade e da iniqüidade”. Portanto, em que o poder do “livre-arbítrio” os está ajudando a fazer o que é certo? Se existe realmente o “livre-arbítrio”, ele não parece ser capaz de ajudar os homens a atingirem a salvação, porquanto os deixa sob a ira de Deus. Algumas pessoas, no entanto, acusam-me de não seguir bem de perto a Paulo. Eles afirmam que as palavras dele, “contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça” não significam que todos os seres humanos, sem exceção, estão culpados aos olhos de Deus. Eles argumentam que o texto dá a entender que algumas pessoas não “detêm a verdade pela injustiça”. Entretanto, Paulo estava usando uma construção de frase tipicamente hebraica, que não deixa dúvida de que ele se referia à impiedade de todos os homens. Além do mais, notemos o que Paulo escreveu imediatamente antes dessas palavras. No versículo 16, Paulo declara que o evangelho é “o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê”. Isso significa que, não fosse o poder de Deus conferido através do evangelho, ninguém teria forças, em si mesmo, para voltar-se para Deus. Paulo prossegue, asseverando que isso tem aplicação tanto aos judeus quanto aos gentios. Os judeus conheciam as leis divinas em seus mínimos detalhes, mas isto não os poupou de estarem debaixo da ira de Deus. Os gentios desfrutavam de admiráveis benefícios culturais, mas isto em nada os aproximava de Deus. Havia judeus e gentios que muito se esforçavam por acertar a sua situação diante de Deus, mas, apesar de todas as suas vantagens e de seu “livre-arbítrio”, eles fracassaram totalmente. Paulo não hesitou em condenar a todos eles. Observemos igualmente que, no versículo 17, Paulo diz que “a justiça de Deus se revela”. Assim, Deus mostra a sua retidão aos homens. Mas Ele não é um tolo. Se os homens não precisassem da ajuda divina, Ele não desperdiçaria o seu tempo prestando-lhes tal ajuda. A conversão de qualquer pessoa acontece quando Deus vem até ela e vence-lhe a ignorância ao revelar-lhe a verdade do evangelho. Sem isso, ninguém jamais poderia ser salvo. Ninguém, durante toda a história humana, concebeu por si mesmo a realidade da ira de Deus, conforme ela nos é ensinada nas Escrituras. Ninguém jamais sonhou em estabelecer a paz com Deus por intermédio da vida e da obra de um Salvador singular, o Homem-Deus, Jesus Cristo. De fato, o que ocorre é que os judeus rejeitaram a Cristo, apesar de todo o ensino que lhes foi ministrado por seus profetas. Parece que a justiça própria alcançada por alguns judeus ou gentios os levou a deixarem de buscar a justiça divina através da fé, para fazerem as coisas à sua própria maneira. Portanto, quanto mais o “livre-arbítrio” se esforça, tanto piores tornam-se as coisas.

Primeiro capítulo do livro “Nascido Escravo” de Martinho Lutero, publicado pela Editora Fiel.
Lutero considerou a doutrina da escravidão da vontade como a pedra angular do evangelho e o verdadeiro alicerce da fé cristã. Em Nascido Escravo, um resumo de sua obra suma, “A Escravidão da Vontade”, temos uma refutação clara e definitiva dos argumentos em favor do livre-arbítrio apresentados por Erasmo em sua defesa da posição humanista da Igreja Católica Romana.

Barbosa diz que comentário de Lula merece 'o mais veemente repúdio'

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, disse por meio de nota divulgada na noite desta segunda-feira (28) que a "desqualificação" do tribunal é um "fato grave que merece o mais veemente repúdio".
Ele fez a afirmação em referência à entrevista concedida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a uma emissora de televisão portuguesa na qual afirmou que o julgamento do mensalão teve "80% de decisão política e 20% de decisão jurídica".
O juízo de valor emitido pelo ex-chefe de Estado não encontra qualquer respaldo na realidade e revela pura e simplesmente sua dificuldade em compreender o extraordinário papel reservado a um Judiciário independente em uma democracia verdadeiramente digna desse nome."
Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal
Na entrevista, Lula disse que não houve mensalão e que a história desse caso ainda "vai ser recontada" para se saber "o que realmente aconteceu".
"Lamento profundamente que um ex-presidente da República tenha escolhido um órgão da imprensa estrangeira para questionar a lisura do trabalho realizado pelos membros da mais alta Corte do país", afirmou na nota Joaquim Barbosa.
De acordo com o presidente do Supremo, a declaração de Lula "emite um sinal de desesperança para o cidadão comum, já indignado com a corrupção e a impunidade, e acuado pela violência".
Para Barbosa, o julgamento foi conduzido de forma "absolutamente transparente" e justificou dizendo que "pela primeira vez na história do tribunal", todas as partes tiveram acesso simultâneo aos autos, todas as sessões do tribunal foram transmitidas ao vivo pela TV Justiça e os advogados dos réus puderam fazer todas as solicitações necessárias para assegurar o direito de defesa dos réus.
"O juízo de valor emitido pelo ex-chefe de Estado não encontra qualquer respaldo na realidade e revela pura e simplesmente sua dificuldade em compreender o extraordinário papel reservado a um Judiciário independente em uma democracia verdadeiramente digna desse nome", declarou Joaquim Barbosa.

O ministro aposentado Ayres Britto, que presidiu o Supremo na primeira etapa do julgamento do mensalão, afirmou ao
 G1 que não se pode contestar a “legitimidade” da decisão da Corte. "Pode-se concordar ou não concordar com a justiça material do julgamento, não, porém, com a legitimidade dele", afirmou

Antes de Barbosa, outros ministros já tinham criticado a fala de Lula e defenderam o caráter "técnico" do julgamento do mensalão.
O ministro Marco Aurélio Mello disse que é preciso “relevar” as declarações de Lula, apesar de elas em “nada contribuírem” para o país. “É uma declaração de um integrante do PT, uma declaração que parte de um político e não de um técnico em direito", declarou.
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.
Lamento profundamente que um ex-Presidente da República tenha escolhido um órgão da imprensa estrangeira para questionar a lisura do trabalho realizado pelos membros da mais alta Corte do País. A desqualificação do Supremo Tribunal Federal, pilar essencial da democracia brasileira, é um fato grave que merece o mais veemente repúdio. Essa iniciativa emite um sinal de desesperança para o cidadão comum, já indignado com a corrupção e a impunidade, e acuado pela violência. Os cidadãos brasileiros clamam por justiça.
A Ação Penal 470 foi conduzida de forma absolutamente transparente. Pela primeira vez na história do Tribunal, todas as partes de um processo criminal puderam ter acesso simultaneamente aos autos, a partir de qualquer ponto do território nacional uma vez que toda a documentação fora digitalizada e estava disponível em rede. As cerca de 60 sessões do julgamento foram públicas, com transmissão ao vivo pela TV Justiça, além de terem recebido cobertura jornalística de mais de uma centena de profissionais de veículos nacionais e estrangeiros. Os advogados dos réus acompanharam, desde o primeiro dia, todos os passos do andamento do processo e puderam requerer todas as diligências e provas indispensáveis ao exercício do direito de defesa.
Acolhida a denúncia em agosto de 2007, o Ministério Público e os réus tiveram oportunidade de indicar testemunhas. Foram indicadas, no total, cerca de 600. Acusação e defesa dispuseram de mais de quatro anos para trazer ao conhecimento do Supremo Tribunal Federal as provas que eram do seu respectivo interesse.
Além da prova testemunhal, foram feitas inúmeras perícias, muitas delas realizadas por órgãos e entidades situadas na esfera de mando e influência do Presidente da República, tais como:
- Banco Central do Brasil;
- Banco do Brasil;
- Polícia Federal;
- COAF;
Também contribuíram para o resultado do julgamento provas resultantes de trabalhos técnicos elaborados por órgãos da Câmara dos Deputados, do Tribunal de Contas da União e por Comissão Parlamentar de Inquérito Mista do Congresso Nacional.
Portanto, o juízo de valor emitido pelo ex-chefe de Estado não encontra qualquer respaldo na realidade e revela pura e simplesmente sua dificuldade em compreender o extraordinário papel reservado a um Judiciário independente em uma democracia verdadeiramente digna desse nome.
Joaquim Barbosa
Presidente do Supremo Tribunal Federal